Reportagem: Camila Neumam
Fotos: Comunicação Butantan e Centro de Memória Butantan
Muito antes de ser um dos principais centros de pesquisa biomédica da América Latina, o Instituto Butantan já incorporava a educação científica em seu DNA, como pilar estruturante de sua missão. Desde sua fundação em 1901, a instituição compreendeu que, para produzir conhecimento e transformá-lo em soluções de saúde pública, era necessário formar pessoas, como se fosse uma "fábrica-escola" que gera, testa e ensina em todas as etapas da cadeia produtiva.
A trajetória educativa formal do Instituto começou em 1908, com a criação da Escola Isolada Mista, que pertencia ao Instituto Serumtherápico de São Paulo – nome que se tornaria Instituto Butantan em 1925.
Idealizada pelo primeiro diretor da organização, o sanitarista Vital Brazil (1865-1950), pesquisador, educador e divulgador científico nato, a escola teve como primeira professora sua irmã mais nova, a educadora e escritora Eunice Caldas (1879-1967). O projeto tinha uma atuação social e prática: funcionava no período diurno para filhos de funcionários e, no noturno, para os próprios funcionários do Instituto Serumtherápico.
.webp)
Hoje, 125 anos depois da fundação do Instituto, a vocação de formar estudantes e profissionais, unindo ciência e cidadania, permanece no cerne da instituição. Essa atuação é realizada por meio de estruturas como a Escola Superior do Instituto Butantan (ESIB), criada pelo governo do Estado de São Paulo em 2018, credenciada pelo Conselho Estadual de Educação de São Paulo em 2020 e recredenciada em 2024; a Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG) e pelas diversas iniciativas de formação de profissionais realizadas nas dezenas de laboratórios do Instituto.
Só em 2024, 887 estudantes do Ensino Médio ao pós-doutorado se matricularam em aulas presenciais no Butantan e mais de 100 mil alunos se inscreveram nos cursos de Ensino à Distância na ESIB. Em 2025, a ESIB atendeu 130 mil participantes em seus cursos presenciais e à distância.
No início do século 20, a cidade de São Paulo passava por um processo ágil de industrialização devido à chegada de linhas ferroviárias e ao intenso fluxo migratório. Mas a realidade na Fazenda Butantan era outra. Localizada em uma região que ainda não via a efervescência da urbanização, do outro lado do rio Pinheiros, era um lugar considerado isolado e essencialmente rural, onde os trabalhadores viviam e comiam o que plantavam em seus próprios roçados.
.jpg)
O então Instituto Serumtherápico operava como uma fazenda produtora de soros, e o ensino da Escola Isolada Mista era voltado à prática do manejo de animais. Entre as lições estavam manter e cuidar dos cavalos, que eram essenciais para a extração de plasma e a produção do imunobiológico. Ao mesmo tempo, como a grande maioria da população do município de São Paulo (65%) não era alfabetizada, a escola também atuava na educação dos trabalhadores.
.webp)
O crescimento do Instituto impactava a contratação de mais profissionais e, consequentemente, o crescimento da escola, que os recebia e capacitava. Em 1925, já chamada de Grupo Escolar de Butantan, a unidade precisou sair dos fundos de uma cocheira para um espaço maior.
Essa semente educativa evoluiu para o Grupo Escolar Rural de Butantan (Gerb) na década de 1930, com cerca de 400 alunos. Sob a gestão do herpetólogo Afrânio do Amaral (1894-1982), então diretor do Instituto, a escola, que continuava sendo um centro de formação para futuros funcionários, também era considerada um modelo de ensino experimental. O aprendizado de ciências e matemática, entre outras disciplinas, era feito pesando animais e hortaliças, a partir de vivências do campo.
.webp)
Em 1955, a escola foi renomeada como Grupo Escolar Rural Alberto Torres, em homenagem ao político Alberto Torres (1865-1917), defensor do desenvolvimento rural. Com mais de mil alunos, uma nova unidade foi construída em um terreno cedido pelo Instituto Butantan à Secretaria de Estado da Educação, onde permanece até hoje como Escola Estadual Alberto Torres.
.jpg)
Foi desta aposta de educar de dentro para fora que “nasceu a base educadora do Butantan, unindo o aprendizado formal à vivência científica e técnica, necessária para a saúde pública da época, cuja população era essencialmente do campo”, escreveu a educadora em Saúde Pública Rosa Pavone Pimont no texto “A área de educação do Instituto Butantan”, publicado no livro Memórias do Instituto Butantan (1973).
.jpg)
Em 2025, foi restabelecida uma aproximação com a Escola Estadual Alberto Torres, por meio de um protocolo de intenções, assinado entre o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, e a Associação de Pais e Mestres. O protocolo prevê a possibilidade de estabelecer diversas parcerias, como o apoio à práticas pedagógicas e à formação continuada de docentes e discentes.
Em 1931, o decreto nº 4.941, emitido pelo governo do estado de São Paulo, reorganizou o Instituto como um Centro de Medicina Experimental, prevendo a manutenção de cursos práticos de especialização com base em “trabalhos científicos sobre animais venenosos, patologia humana, principalmente fenômenos de imunidade e preparação de produtos biológicos”.
O conceito de Medicina Experimental foi difundido na Europa no século XIX, definindo a aplicação do método científico, com base em investigações pré-clínicas em laboratórios e em testes clínicos, para desenvolver e validar novos medicamentos e tratamentos. Vital Brazil é considerado um dos pioneiros da medicina experimental no Brasil por sua pesquisa biomédica, que revolucionou a soroterapia – foi ele quem descobriu a especificidade do soro antiofídico, ou seja, que o envenenamento deve ser tratado com um soro específico para a serpente responsável pelo acidente.
.webp)
Mas foi com a criação da Universidade de São Paulo (USP), em 1934, que a vocação acadêmica do Butantan ganhou mais contornos. A Cidade Universitária foi instalada em um terreno que fazia parte da então Fazenda Butantan, estabelecendo um vínculo direto entre o Instituto e a USP.
Em 1938, um novo decreto estadual (nº 9.437) reconheceu o Instituto como órgão competente para ministrar cursos regulares em um contexto de valorização do sanitarismo. Nesse sentido, o Instituto propôs ao Conselho Universitário da USP a criação de cursos de aperfeiçoamento para técnicos de ensino superior, com currículo que abrangia toda a sua expertise: disciplinas como Imunologia, Bacteriologia, Parasitologia, Virologia e estudos sobre animais venenosos.
A exigência de diploma universitário para o ingresso e a concessão do título de especialista aos concluintes fizeram com que esses cursos fossem considerados pós-graduação universitária, ainda que o conceito formal de pós-graduação, tal como existe hoje, tenha sido definido no Brasil somente em 1965.
.webp)
Na década de 1940, o Instituto, que já contava com mais de 280 funcionários e uma coleção de mais de 10 mil ofídios, viu-se diante da necessidade de uma reforma que separasse as funções de produção industrial das de pesquisa nos laboratórios.
Foram instalados laboratórios de Bacteriologia, Imunologia, Controle e Anatomia Patológica, Química, Endocrinologia e Farmacologia, entre outros. Também foi estruturada uma Seção de Vírus, que estudava novas vacinas contra a febre maculosa, o tifo e a febre murina, além de ser responsável pelo ensaio de uma produção semi-industrial de penicilina e de outras especialidades. Com isso, foram organizados cursos de aperfeiçoamento em bacteriologia, imunologia, parasitologia e em animais venenosos.
.webp)
Em 1956, foi criado o Fundo de Pesquisas Butantan com o fornecimento de bolsas para os melhores alunos dos cursos de especialização e o pagamento de professores. Os cursos passam a ser solicitados pela própria USP e por outras universidades como disciplinas de graduação, pós-graduação e iniciação científica.
Com o crescimento da Seção de Cursos, o Instituto abriu concurso para chefias técnicas e para educadores com especialização em área biomédica. Ao mesmo tempo, continuou ministrando cursos livres e de curta duração sobre acidentes com animais peçonhentos para profissionais de saúde, de escolas, e militares que atuavam em áreas rurais. Até 1965, já haviam sido ministrados 39 cursos de Aprimoramento Profissional (PAP).
Em 1968, a recém-criada área de Extensão Cultural passou a oferecer também estágios, treinamentos, orientação para trabalhos escolares e elaboração de material audiovisual. “Aqui a mudança é clara: sai-se de uma atuação centrada na informação por meio de museus para a organização de cursos estruturados, ligados diretamente às áreas de excelência do Instituto”, escreveu Rosa Pimont, que foi diretora da área e atuou no Instituto de 1953 a 1983.
Com o grande crescimento da área educacional na década de 1970, os Institutos de Biociências e Biomédicas da USP passaram a oferecer aulas optativas ministradas no Butantan.
.webp)
Nos anos de 1980, o Butantan se consolidou como um centro de pesquisa científica e histórica. Em 1983, o biólogo e pesquisador Willy Beçak (1932-2023) assume a gestão do Butantan e, junto com o médico e pesquisador Isaias Raw (1927-2022), idealiza um intenso processo de modernização que se estenderia até a década seguinte.
A instituição passa a investir na capacitação técnica de profissionais, na criação de novos laboratórios de pesquisa em imunologia viral, biologia molecular, imunogenética e zoonoses e, consequentemente, na formação científica especializada.
.jpg)
O recém-criado Centro de Biotecnologia se torna palco do desenvolvimento do imunizante recombinante contra a hepatite B, o primeiro com essa tecnologia no Brasil, além das vacinas BCG recombinante, contra a tuberculose, a coqueluche e o pneumococo.
Mais tarde, um salto de produção seria dado com a transferência tecnológica da vacina contra a influenza, o que tornou o Butantan o principal fornecedor do imunizante no país.
Com o passar dos anos, o Instituto consolidou-se cada vez mais como um centro de excelência na formação de pesquisadores de alto nível. Isso porque diversos pesquisadores já atuavam na docência, por meio do credenciamento em diferentes programas de pós-graduação de instituições públicas. O Instituto Butantan, a USP e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) integraram, desde 1991, o Programa de Pós-graduação Interinidades em Biotecnologia (PPIB) constituindo a interdisciplinaridade com a Biotecnologia moderna, em toda a sua abrangência.
Fez também parte da engrenagem educacional do Instituto o Programa de Pós-graduação em Ciências – Toxinologia (PPGTox), também realizado em parceria com o IPT e a USP, que tem a pesquisadora científica e diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Butantan (CDC), Sandra Coccuzzo, como pró-reitora.
O programa gratuito de pós-graduação stricto sensu – que forma mestres e doutores e faz parte da estrutura da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação do Butantan (PROPPG)– não apenas produz ciência de ponta, mas também supre uma demanda crítica do setor de biotecnologia e saúde do país: o estudo de venenos e toxinas animais e microbianas, seus efeitos e suas moléculas como alternativas terapêuticas.
.jpg)
A pesquisa em Toxinologia no Butantan é guiada por duas vertentes principais que buscam soluções para problemas de saúde pública: a primeira, focada em compreender o envenenamento para melhorar o tratamento, e a segunda, na busca do potencial terapêutico das próprias toxinas.
"Corremos com as perguntas nesses dois lados do rio. O que posso entender para diminuir o que o veneno traz de ruim, e o que posso aproveitar e mimetizar dessa molécula. O objetivo é encontrar biomoléculas com efeitos benéficos, como substâncias anti-inflamatórias, analgésicas e antitumorais”, afirma Sandra Coccuzzo.
Na prática, isso significa que um estudante pode pesquisar a resposta celular deletéria a uma toxina ou, inversamente, buscar moléculas que modulem positivamente o sistema imunológico. Para desvendar os mistérios dos venenos, o programa exige a integração de diversas áreas, como imunologia, farmacologia e microbiologia, com o objetivo final de ter o entendimento sobre as toxinas.
O curso foi reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em 2009 e instituído em 2010. Desde então, já formou 151 mestres e 107 doutores. São profissionais que obtiveram seus títulos no Butantan e realizam suas pesquisas nos laboratórios da instituição, sob a orientação de pesquisadores sêniores.
A conexão com o mercado de trabalho é direta: entre os titulados, 52 profissionais (30 mestres e 22 doutores) foram absorvidos pela indústria farmacêutica e pelo próprio Butantan.
Como um desdobramento natural da multidisciplinaridade institucional, em 2019 o Programa de Pós-graduação do Instituto Butantan obteve seu novo curso: Mestrado Profissional em Biotecnologia e Bioprocessos (MPBio), que conectou o conhecimento de fronteira gerado no Instituto à sua aplicação em desenvolvimento e aprimoramento de processos e produtos, com a aplicação imediata e na prática na área operacional.
Disruptivo e com soluções imediatas, o MPBio traz um corpo discente composto por profissionais do mercado Biotecnológico que buscam no Instituto sua capacidade de soluções em Saúde Pública, encontradas no Instituto, por meio do seu corpo docente (pesquisadores), funcionários da Fundação Butantan e diretrizes do Instituto.
O MPBio já concluiu 92 estágios até 2025, dos quais 37 pesquisadores integraram os quadros do Instituto. “Como não somos uma faculdade, estes são números muito expressivos”, comemora Sandra Coccuzzo.
Em paralelo à pesquisa científica realizada nos laboratórios do Butantan tem um marco importante: a criação da Escola Superior do Instituto Butantan (ESIB) em 27 de dezembro de 2018. "Nós oportunizamos a aquisição de conhecimentos e a formação profissional", afirma o coordenador da ESIB e diretor do Centro de Ensino, Rui Curi.
A ideia da escola surgiu da necessidade de o Butantan oferecer seus próprios cursos de excelência, em vez de apenas ceder professores para outras instituições – resgatando uma tradição que remonta aos primórdios da organização. O curso de Especialização em Biotérios foi pioneiro na nova estrutura, o que permitiu a aprovação da escola pelo Conselho Estadual de Educação. Nos últimos cinco anos, foram inscritos 902 alunos, sendo formados 291.
Hoje, a ESIB oferece oito cursos de especialização, com temas que variam de Animais de Interesse em Saúde: Biologia Animal; Biotecnologia para a Saúde – Vacinas e Biofármacos; Divulgação Científica em Saúde; Farmacovigilância e Produção Industrial de Biofármacos, entre outros, todos gratuitos. Além disso, a Secretaria Estadual de Saúde oferece cem bolsas de estudos quatro cursos da escola.
A escola atende tanto ao recém-formado que busca definir seu futuro quanto ao profissional que deseja especialização. A eficácia é comprovada pela alta empregabilidade: de acordo com a coordenação, um ano após a conclusão do curso, quase todos os alunos estão empregados ou cursando pós-graduação.
Durante a pandemia de Covid-19, a missão da ESIB ganhou escala global com a expansão dos cursos EaD. Hoje, são oferecidos cursos sobre Aranha-marrom: conheça mais sobre o gênero Loxosceles; Escorpiões de interesse em Saúde no Brasil; Veneno ou Peçonha?; Dengue: conheça mais sobre os mosquitos; Dengue: do mosquito ao diagnóstico; entre outros.
Em 2025, o número de inscritos nos cursos EaD da ESIB foi de cerca de 60 mil, abrangendo todos os estados brasileiros e outros 30 países.
Durante a pandemia, a missão da ESIB ganhou escala global com a expansão dos cursos EaD. Em 2024, o Instituto atingiu a marca histórica de mais de 100 mil inscritos em seus cursos online, abrangendo todos os estados brasileiros e outros 30 países.
O Butantan oferece Estágio Curricular Obrigatório a estudantes de graduação de diferentes cursos e universidades; nos últimos três anos, 1500 candidatos se inscreveram. Além disso, pós-graduandos de programas de várias instituições de ensino e pesquisa são recebidos anualmente no Butantan para desenvolverem suas dissertações e teses. A ESIB conta, até março de 2026, com 93 pós-graduandos de outras instituições.
Essa capilaridade é vital para a saúde pública. Para Rui Curi, a responsabilidade é imensa: “As pessoas realmente confiam no que ensinamos. É essa credibilidade que o Vital conquistou há 125 anos”, conclui.
Além das especializações e dos cursos de extensão, a ESIB também mantém sob seu guarda-chuva programas científicos para alunos do Ensino Médio de escolas públicas e privadas. Um deles é o Programa Cientista Mirim, por meio do qual estudantes de São Paulo frequentam o Butantan por seis meses. Eles participam de aulas presenciais e têm a oportunidade de desenvolver um projeto de pesquisa, vivenciando o dia a dia nos laboratórios e com pesquisadores do Instituto.
.jpg)
Outra ação que tem como objetivo despertar o gosto pela ciência nos jovens é a Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), voltada a estudantes do Ensino Médio, sob a batuta da pesquisadora Sonia Aparecida de Andrade Chudzinski.
Mais do que redigir e coordenar a aplicação da prova em todo o país, o Butantan prepara um grupo de estudantes de várias partes do Brasil, selecionados após um processo seletivo, com aulas e vivência laboratorial. Em 2025, mais de 165 mil estudantes participaram da OBB, com 18 classificados para a capacitação no Instituto Butantan.
Os mais bem colocados na OBB são automaticamente classificados a concorrer à Olimpíada Internacional de Biologia e à Olimpíada Ibero-Americana de Biologia. Em caso de medalhas, essas participações internacionais abrem portas para as sonhadas “vagas olímpicas” em vestibulares renomados, como os da USP e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
“Ao inserir estudantes de ensino médio em laboratórios de ponta, o Butantan cria ‘atletas da ciência’, jovens que ingressam na graduação com uma vocação amadurecida pela vivência direta da pesquisa”, afirma Sonia Chudzinski.
.webp)
Para a pesquisadora científica, o acesso às vagas olímpicas funciona como uma ferramenta de transformação social. "É uma transformação você ingressar numa universidade por um bom desempenho em sua área de afinidade", ressalta a educadora.
Seja por meio da educação formal, lato e stricto sensu, seja pelos cursos de curta duração ou pelas iniciativas de estágio curricular obrigatório, de iniciação científica e de divulgação do conhecimento científico e tecnológico, o Butantan atua para mostrar a aplicação prática ao estudante, ao profissional da saúde pública e da indústria de biofármacos. Tal formação profissional é atualmente um requisito fundamental para o desenvolvimento tecnológico e econômico do Brasil.
Referências:
A área de Educação do Instituto Butantan
Com mais de um século de existência, edifício mais antigo do Butantan é homenagem a Vital Brazil
Centro de Biotecnologia Instituto Butantan – 1983-2013
Cronologia do Instituto Butantan (1881-1981)
Da química do cotidiano à educação, pesquisadora sonha com vagas olímpicas em todas as universidades
Debates sobre Ensino Rural no Brasil e a Prática Pedagógica de Noêmia Saraiva de Mattos Cruz no Grupo Escolar Rural do Butantan (1932-1943)
(*) DECRETO N. 4.941, DE 21 DE MARÇO DE 1931
Defesa contra o ofidismo
Educação Sanitária e em Saúde: a trajetória profissional de Rosa Pavone Pimont [2020]
Entre o rural e o urbano: o crescimento da cidade de São Paulo e a relação com a natureza na passagem do século XIX e início do XX.
Fundação Butantan
Instituto Serumtherapico do Estado de São Paulo – índice do relatório anual (1919)
Isaias Raw transformou o Butantan em polo mundial de pesquisa e desenvolvimento de soros e vacinas
Mapa do analfabetismo no Brasil
Memórias do Instituto Butantan (1973)
Museu de Microbiologia Professor Isaias Raw: Butantan renomeia espaço para homenagear o cientista
Notas Biográficas Rosa Pimont (1930-1983)
O campo vai à cidade: o caso do Grupo Escolar Rural do Butantan
O Grupo Escolar Rural e o Instituto Butantan: relações entre a medicina experimental e o ruralismo educacional
Olimpíada Brasileira de Biologia
Pai, esposo e cientista: Willy Beçak deixa legado de pioneirismo na pesquisa genética e de imunobiológicos do Butantan
Parecer nº 977, de 3 de Dezembro de 1965
Quando Saúde e Educação se encontram: história da educação no acervo grupo escolar rural do Instituto Butantan
Raízes sociolinguísticas do analfabetismo no Brasil
Regulamentação da pós-graduação do país completa 60 anos
Urbanização e salubridade na cidade de São Paulo, 1911-1930
Vacina da gripe é eficaz? Especialistas do Butantan explicam



