Butantan recebe visita do ministro da Saúde

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, visitou o Instituto Butantan na tarde desta segunda (18), para conhecer as fábricas da Influenza (onde é produzida a vacina contra a gripe), de Hemoderivados (local que será feito medicamentos para auxiliar no tratamento da Aids e hemofilia, por exemplo) e a Central de Formulação e Envase. 

Essa foi a primeira vez que o ministro esteve no IB desde sua posse em janeiro deste ano. A visita foi acompanhada também pelo secretário estadual de Saúde, José Henrique Germann, o diretor do Butantan, Dimas Tadeu Covas, o diretor-presidente da Fundação Butantan, Rui Curi, além de representantes do Banco Mundial que, pela manhã, haviam tido uma reunião com a diretoria da instituição (leia mais abaixo). 

Na ocasião, o ministro também se reuniu com a diretoria do Instituto para discutir futuras parcerias, como a ampliação de fábricas, novas linhas de pesquisa, além de ações para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mandetta comentou que o IB é muito importante para o SUS, principalmente na função de principal produtor de imunobiológicos do país. “É um motivo de muito orgulho para todos nós brasileiros poder ver o trabalho que o Instituto Butantan realiza nas produções de vacinas e medicamentos. Com certeza, o encontro que tivemos aqui renderá excelentes frutos para o futuro,” afirmou.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, disse que foi de grande relevância a presença do ministro para o IB. “Foi uma visita muito proveitosa, tivemos a oportunidade de discutir vários projetos, inclusive ações para o futuro em médio e longo prazo”, considerou o diretor da instituição.

Reunião com representantes do Banco Mundial

No mesmo dia, antes da visita do ministro, a diretoria do Butantan se reuniu com representantes do Banco Mundial: o economista Roberto Iunes e o especialista em Saúde Ezaú Pontes. 

Durante o encontro, foram discutidas possibilidades de financiamento para uma série de projetos que o Butantan pretende realizar nos próximos anos, como a planta do Complexo de Produção de Vacina e a fase II do Laboratório Multipropósitos, entre outros.

   

(por Elias Antar e Luana Paiva)